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Geral

“Parar para pensar” e imaginar otros conocimientos posibles

Desconhecida's avatar
por GEAC - Antropologia Crítica
Julho 15, 2013
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Castellano:

Tomás Guzmán nos brinda una intervención en el blog Solilente donde retoma la iconografía producida durante el paro de estudiantes de posgrado en Antropología Social en la primavera de 2011, en Porto Alegre, Brasil. La muestra virtual presenta los carteles (como el que ilustra este post) y manifiestos que poblaron las paredes de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul en el marco de un movimiento que supo detener la cadena de reproducción del productivismo académico, exigiendo transparencia, participación y reflexividad crítica en el ejercicio cotidiano de construcción y enunciación del conocimiento.

Parte del texto de curaduría de la muestra: “Para romper el hechizo de ese movimiento paralitico, hijo legitimo del capitalismo, este grupo de estudiantes se organizo bajo la consigna: “Parar para Pensar”.  Parar con ese flujo absurdo para restablecer la experiencia en sus angustias reales, sentidas y concretas. Proponer un colectivo político activo en la emancipación y democratización de conocimiento a diferentes escalas: en la disputa de ello”.

VER LA EXPOSICIÓN VIRTUAL

Português:

Tomás Guzmán nos oferece uma intervenciónno blog Solilente onde retoma a iconografia produzida durante a paralisação de estudantes de pós-graduação em Antropologia Social na primavera de 2011, em Porto Alegre, Brasil. A mostra virtual  apresenta os cartazes que povoaram as paredes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul no marco de um movimento que soube deter a cadeia de reprodução do produtivismo acadêmico, exigindo transparência, participação e reflexividade crítica no exercício cotidiano de construção e enunciação do conhecimento.

Parte do texto de curadoria da mostra: “Para romper o feitiço desse movimento paralítico, filho legítimo do capitalismo, este grupo de estudantes se organizou sob a consigna: “Parar para Pensar”.  Parar com esse fluxo absurdo para reestabelecer a experiência em suas angústias reais, sentidas e concretas. Propor um colectivo político ativo na emancipação e democratização do conhecimento em diferentes escalas…”

VER LA EXPOSICIÓN VIRTUAL

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Etiquetasacción política • antropologias dissidentes • Papel do antropólogo
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Sobre GEAC - Antropologia Crítica

O Grupo de Estudos em Antropologia Crítica é um coletivo independente que atua na criação de espaços de auto-formação e invenção teórico-metodológica. Constituído em 2011, o GEAC se propõe, basicamente, a praticar “marxismos com antropologias”. Isto significa desenvolver meios para refletir, de maneira situada, sobre os devires radicais da conflitividade social contemporânea. Delirada pelo marxismo, a antropologia se transforma, para o GEAC, numa prática de pesquisa e acompanhamento político das alteridades rebeldes que transbordam e transgridem a pretensão totalitária do modo de produção vigente e da sua parafernália institucional.

antropologiacritica.wordpress.com

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