Ediciones Infinitos Indistintos es una editorial que busca dar visibilidad a los pensamientos y reflexiones que, desde la autonomía teórica y crítica, acompañan derivas emancipatorias en cualquier espacio donde estas se presenten. Buscamos, con ello, dar difusión en acceso abierto a los contenidos que acompañen luchas, rebeldías e insurgencias que inspiren y ayuden a dilucidar horizontes de posibles igualitarios y transformadores.
De este modo, Ediciones Infinitos Indistintos se convierte en un nuevo impulso desde el Colectivo Máquina Crísica para alimentar los debates de los “pensamientos relación de lo real” y las brechas que estos pensamientos introducen en la finitud de nuestro mundo.
* * *
Edições Infinitos Indistintos procura dar visibilidade aos pensamentos e reflexões que, partindo da autonomia teórica e crítica, acompanham as derivas emancipatórias em qualquer espaço onde elas se manifestem. Pretendemos divulgar, em acesso aberto, aqueles conteúdos que se desenvolvam em contiguidade às lutas, rebeldias e insurgências e que contribuam para a elucidação de possíveis igualitários e transformadores.
Edições Infinitos Indistintos apresenta-se como um novo impulso do Coletivo Máquina Crísica para alimentar os debates dos “pensamento relação do real” e para fortalecer as brechas que esses pensamentos introduzem na finitude de nosso mundo.
Livros/Libros
ADIEU A LA ANTROPOLOGÍA: razones de una disidencia
Descárgalo aquí.
![]()
¿Qué podría significar abandonar el realismo antropológico en favor de lo real? ¿Podríamos, acaso, abandonar el empirismo y la creencia ideológica de la adecuada interpretación de lo otro, para buscar, así, los momentos singulares de la exploración de lo infinito? ¿Qué aberración ideológica nos ha extirpado de la lucha de clase cada vez que somos convocados a adoptar la posición de habla de antropólogues? Estas son algunas de las cuestiones que se levantan en el último libro del Colectivo Máquina Crísica – GEAC, publicado en Ediciones Infinitos Indistintos.
Adiós a la antropología: razones de una disidencia visita diversos “puntos de tensión” a partir de los cuales la búsqueda de Máquina Crísica por transformar la práctica de la investigación en un procedimiento de enunciación de posibilidades colectivas inéditas entró en abierto conflicto con los a priori epistemológicos reivindicados por una parte sustancial de las antropologías disciplinarias. La ruta de salida de los dominios disciplinarios que se va definiendo en cada capítulo del libro serpentea entre el análisis crítico del disciplinamiento académico y la construcción de nuevos espacios teóricos para el cultivo de la investigación, el pensamiento y la composición política.
PENSAMENTOS EXCESSIVOS / PENSAMIENTOS EXCESIVOS. Máquina Crísica.
Clique aqui para baixar. Descárgalo aquí.
Português: A norma da auto-nomia chamada Máquina Crísica conheceu redefinições nos últimos dez anos, mas, de qualquer modo, continuou sendo o critério norteador de um desligamento situado e permanente em relação aos mecanismos de reprodução ideológica das ciências sociais em geral e das antropologias disciplinares em particular. Este livro reúne textos significativos para a construção do pensamento e da ação investigativa do Coletivo Máquina Crísica ao longo de sua primeira década de existência.
Español: La norma de esta auto-nomía llamada Máquina Crísica conoció redefiniciones en los últimos diez año, sin que, por ello, dejase de ser el criterio que orienta un proceso de deslinde situado y permanente en relación con los mecanismos de reproducción ideológica de las ciencias sociales en general y de las antropologías en particular. Este libro reúne textos significativos para la construcción del pensamiento y la acción del Colectivo Máquina Crísica a lo largo de su primera década de existencia.
IMAGENS DE UM COTIDIANO/ IMÁGENES DE UNA VIDA COTIDIANA:
Clique aqui para baixar. Para descargarlo pulse aquí

Português: o livro “Imagens de um cotidiano – Narrativas Fotográficas e
Intervenções Literárias” apresenta interpretações do cotidiano a partir
de imagens produzidas no marco do curso sobre fotografia vernacular,
realizado em 2022, no Campus Comum – Universidade Livre. O curso foi organizado pela arquiteta, artista e fotógrafa brasileira, Solange Valladão.
A obra reúne quinze ensaios fotográficos feitos com celular, acompanhados de textos elaborados pelos próprios estudantes. Além disso, apresenta quatro ensaios literários, entre o conto, a crônica e a poesia, criados exclusivamente para o livro por artistas convidados. Os autores e autoras compõem um grupo de 19 pessoas, vivendo em 13 cidades e 6 países diferentes. Por isso, o livro é uma oportunidade única de conhecer aspectos culturais do cotidiano de pessoas que se dispuseram a enfrentar o desafio de criar imagens, poesias, contos, crônicas e ensaios fotográficos inspiradas em seu cotidiano.
*PARTICIPANTES DO CURSO:*
Adriana García Jiménez / Estado do México, México; Andrea Massaccesi /
Buenos Aires, Argentina; Caterine Reginensi / Rio de Janeiro (RJ),
Brasil; Juliana Mesomo / Porto Alegre (RS), Brasil; Juliane Souza Barros
/ Salvador (BA), Brasil; Laura Helda González Nieto / Cidade do México,
México; Lilian Alves / Salvador (BA), Brasil; Liliana Davila Jurado /
Lima, Peru; Maria Alice de S. C. Rocha/Goiânia (GO), Brasil; Maria
Carolina A. Branco / Guaxupé (MG), Brasil; Maria da Glória / Pelotas
(RS), Brasil; Moisés Waismann / Porto Alegre (RS), Brasil; Roberta de
Oliveira Soares / Montreal, Canadá; Sintilla Abreu B. Cartaxo / Campos
dos Goytacazes (RJ), Brasil; Tomas Guzmán Sánchez / Bogotá, Colômbia.
*ARTISTAS CONVIDADAS (OS):*
Arturo García Hincapié / Medellín, Colômbia; Juana Toro / Medellín,
Colômbia; Silvana Costa / Salvador (BA), Brasil; Tony Lopes/Salvador
(BA), Brasil.
Español: El libro “Imágenes de una vida cotidiana – Narrativas fotográficas e
intervenciones literarias” presenta interpretaciones de la vida
cotidiana a través de imágenes producidas en el curso de fotografía
vernácula, realizado en 2022, en Campus Comum – Universidad Libre.
El curso fue organizado por la arquitecta, artista y fotógrafa
brasileña, Solange Valladão.
La obra reúne quince ensayos fotográficos realizados con celulares,
acompañados de textos elaborados por los propios participantes del
curso. Además, cuenta con cuatro ensayos literarios, entre cuentos,
crónicas y poesía, creados exclusivamente por artistas invitados.
Los autores del libro conforman un grupo diverso de 19 personas,
que viven en 13 ciudades de 6 países distintos. De esta forma, el libro
es una oportunidad única para conocer aspectos culturales de la vida
cotidiana de las personas que se mostraron dispuestas a afrontar el reto de
crear imágenes, poesías, cuentos, crónicas y ensayos fotográficos
inspirados libremente en su cotidianidad.
*PARTICIPANTES DEL CURSO:*
Adriana García Jiménez / Estado de México, México; Andrea Massaccesi /
Buenos Aires, Argentina; Caterine Reginensi / Río de Janeiro (RJ),
Brasil; Juliana Mesomo / Porto Alegre (RS), Brasil; Juliane Souza Barros
/ Salvador (BA), Brasil; Laura Helda González Nieto / Ciudad de México,
México; Lilian Alves / Salvador (BA), Brasil; Liliana Dávila Jurado /
Lima, Perú; Maria Alice de S. C. Rocha/Goiânia (GO), Brasil; María
Carolina A. Branco / Guaxupé (MG), Brasil; Maria da Glória / Pelotas
(RS), Brasil; Moisés Waismann / Porto Alegre (RS), Brasil; Roberta de
Oliveira Soares / Montreal, Canadá; Sintilla Abreu B. Cartaxo / Campos
dos Goytacazes (RJ), Brasil; Tomás Guzmán Sánchez / Bogotá, Colombia.
*ARTISTAS INVITADAS (OS):*
Arturo García Hincapié / Medellín, Colombia; Juana Toro / Medellín,
>Colombia; Silvana Costa / Salvador (BA), Brasil; Tony Lopes/Salvador
(BA), Brasil.
POLÍTICA E CULTURA NO PENSAMENTO EMANCIPATÓRIO AFRICANO. Amilcar Cabral e Ernest Wamba-dia-Wamba. Em breve. Co-edição com Daraja Press

O presente volume esboça e discute dois pontos de vista particularmente importantes sobre o papel e a relevância da cultura popular na política emancipatória em África. Cada um deles resulta de formas distintas de exploração capitalista e colonialista: o primeiro viu a luz do dia em um contexto colonial, enquanto o segundo é diretamente confrontado pelo estado neocolonial. Todas as políticas emancipatórias são desenvolvidas em confronto com o poder estatal, e todas começam com um processo de discussão e debate através do qual um sujeito coletivo começa a se formar. No continente africano, a construção de tal sujeito político coletivo tem sido informada, de maneira fundamental, pelas culturas populares.
Máquina Crísica em outros projetos editoriais
GOODBYE TO ANTHROPOLOGY: RATIONALE FOR DISSIDENCE. Máquina Crísica. Em breve. Publicação de Daraja Press.

The collective Máquina Crísica make a fundamental “critique of anthropology” that would contribute to transformative politics, that challenge the reproduction of existing anthropologies, since the latter has blocked the possibility of inscribing social research in the space of emancipatory thought.
Arquivo Tinta Crítica
Abaixo, disponibilizamos os números publicados do zine “A Tinta Crítica”, o primeiro informativo do Coletivo Máquina Crísica, que, em seus primeiros anos de atuação, chamava-se Grupo de Estudos em Antropologia Crítica – GEAC.
O zine circulou até 2013, quando passamos a priorizar este blog como meio privilegiado de divulgação dos debates do grupo.
– Jornal “A Tinta Crítica” número 4 (edição especial: Marxismos com Antropologias).
– Jornal “A Tinta Crítica” número 3
– Jornal “A Tinta Crítica” número 2



0 comments on “”